Contato da Redação de Jornalismo do Portal Curupira

Plano indígena depende de escuta e diversidade, diz Margareth Menezes


Logo Agência Brasil

A criação do Plano Nacional das Culturas dos Povos Indígenas depende de escuta ativa e do reconhecimento da diversidade das culturas, disse a ministra da Cultura, Margareth Menezes, ao participar da reunião do grupo de trabalho responsável pela construção da política, em Aracruz (ES). Ela foi recebida por lideranças e representantes de organizações indígenas com rituais, música e danças.

“Eu estou ouvindo, abrindo a escuta e tentando compreender e acessar todas as pautas que os povos originários trazem. Cada um com vivências diferentes, línguas diferentes, comidas diferentes. É um universo muito grande”, disse a ministra. 

Notícias relacionadas:

O processo responde também, segundo Margareth Menezes, a uma dívida histórica do Estado brasileiro com os povos originários.

“Estamos em um processo de fortalecimento da própria institucionalidade do Ministério da Cultura do Brasil, para que nunca mais ninguém ouse destruir o ministério”, disse a ministra, lembrando da extinção da pasta e a interrupção das políticas culturais durante a gestão anterior.

Empreenda com Marmitas Fitness
Patrocinado

Empreenda com Marmitas Fitness

Ajude pessoas a cuidarem da saúde e ganhe muito bem para fazer isso!

Conhecer
Mini Projetor 4K Wi-fi Bluetooth
Patrocinado

Mini Projetor 4K Wi-fi Bluetooth

Android 13 e Frete Grátis

Conhecer
Relógio Inteligente Esportivo
Patrocinado

Relógio Inteligente Esportivo

Completo com NFC, Bluetooth e Monitor de Saúde

Conhecer
Samsung Galaxy A16
Patrocinado

Samsung Galaxy A16

Celular Samsung A16 com 128gb de armazenamento e 4gb de ram, câmera de 50mp, tela 6.8 preto

Conhecer

Segundo ela, o objetivo é fazer com que essas políticas tenham mais capilaridade, chegando às aldeias, escolas, periferias, Pontos e Pontões de Cultura. “O Brasil tem essa dinâmica diversa. A gente não quer fazer cultura só para um lugar. A gente quer um projeto de gestão do governo para chegar a todos os lugares”.

“A gente precisa da voz da sociedade civil para cristalizar essas conquistas, porque não pode ser uma obrigação só do ministério. É uma luta de todos nós que acreditamos nessa mesma direção”, disse a ministra, ao defender a manutenção de medidas como a Política Nacional Cultura Viva e a Política Nacional Aldir Blanc.

Além de representantes do MinC, estiveram presentes organizações e representantes indígenas como o Comitê de Cultura do Acre, a Associação Xingu, a União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (Umiab), a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), a  Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA).

 

*A equipe de reportagem viajou a convite do Ministério da Cultura

Curta, siga e compartilhe!

Deixe um comentário

error

Gostou dessa informação? Compartilhe com seus amigos :)

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.