Curupira na COP30: entenda a polêmica e participe do debate
A escolha do Curupira como mascote da COP30, que acontecerá em Belém no Estado do Pará (Brasil), provocou críticas e gerou um debate acalorado nas redes sociais. O deputado Nikolas Ferreira afirmou que o personagem folclórico foi “bem escolhido” porque, segundo ele, as políticas ambientais brasileiras “andam para trás” e a “floresta pega fogo”, comparando essas questões ao fato do Curupira ter os pés virados.
Embora a fala tivesse a intenção de criticar o governo e, em especial, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, muitos consideraram o comentário desrespeitoso e discriminatório. Isso porque o Curupira é um símbolo da proteção ambiental, presente em narrativas indígenas e ribeirinhas, e representa a resistência contra a exploração predatória das florestas.
Você sabia? Além da versão mais conhecida – um ser mítico com pés virados para confundir caçadores –, há registros de que o Curupira seria inspirado em anciãos indígenas que criavam estratégias para proteger a floresta de invasores.
E você, o que pensa sobre isso?
A crítica de Nikolas Ferreira é apenas uma metáfora política ou um exemplo de como falta sensibilidade ao tratar de símbolos culturais?
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