A Amazônia está no centro de uma proposta global que une ciência, inovação e preservação ambiental. O Projeto Interunion Scientific Embassy – Minimundo Científico da Floresta Amazônica, idealizado pelo Dr. Ednaldo de Marcomini, pretende reunir 50 países e as 50 melhores universidades do planeta em um mesmo território amazônico, criando um modelo inédito de cooperação científica internacional e bioeconomia sustentável.
A iniciativa — que já tramita na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Amazonas (SEDECT-AM) — também foi entregue ao presidente designado da COP 30, o embaixador André Corrêa do Lago (juntamente com um ofício, na ocasião de sua visita a Assembléia Legislativa do Estado do Amazonas em 20 de agosto de 2025 para receber um relatório com propostas da Comissão Provisória da COP-30 da ALEAM) para ser apresentada durante a COP30, em Belém (PA), em novembro de 2025, como proposta de referência para o desenvolvimento sustentável da floresta. Ele é o atual Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores e tem ampla experiência em negociações climáticas e trabalha com temas de desenvolvimento sustentável desde 2001 e foi negociador-chefe do Brasil para mudança do clima entre 2011 e 2013.

🌱 Uma cidade científica no coração da Amazônia
O projeto prevê a instalação de embaixadas científicas representando diferentes países, em uma área de 250 hectares pertencente ao próprio idealizador, que será cedida por 35 anos, com opção de renovação aos países consorciados.
A estrutura contará com zonas de preservação, polos tecnológicos e áreas de reflorestamento que podem alcançar até 600 mil hectares em parcerias privadas e públicas.
Além disso, cada país participante poderá desenvolver 1,5 hectare de infraestrutura própria, totalizando 75 hectares de embaixadas científicas integradas à floresta. O investimento médio previsto é de US$ 1,5 bilhão por país, com cronograma dividido em três fases:
- Planejamento e desenvolvimento: 12 meses
- Construção e infraestrutura: 24 meses
- Operação e manutenção: 60 meses
“A Amazônia deixará de ser apenas o pulmão do mundo. Ela será o cérebro científico da humanidade, onde o conhecimento se traduz em sustentabilidade e prosperidade.”
— Dr. Ednaldo de Marcomini, autor do projeto.
🔬 Inovação, bioeconomia e tecnologia sustentável
O Interunion Scientific Embassy será composto por polos temáticos dedicados à pesquisa, inovação e economia verde, incluindo:
- Amazon Innovation Park Hub, centro global de biotecnologia e tecnologia limpa;
- Banco de Desenvolvimento Sustentável Interunion (BDSI), voltado a financiar projetos verdes;
- CISBIO – Conselho Internacional da Sustentabilidade, Bioeconomia e Biodiversidade, que promoverá cooperação entre países;
- Polo Bio Based 4.0, dedicado à biotecnologia e à economia circular;
- Turismo científico e sustentável, com centros de pesquisa abertos, museus de biodiversidade e experiências imersivas.
💡 Convergência com as pautas globais do clima
O projeto reforça a necessidade de financiamento internacional da preservação amazônica, tese também defendida pelo Prêmio Nobel de Economia Lars Peter Hansen, que afirmou em entrevista à Folha de S. Paulo que “o mundo deve pagar para restaurar e preservar a Amazônia”.
Seu estudo propõe US$ 25 por tonelada de carbono capturado, política que pode incentivar fazendeiros e comunidades a aderirem ao reflorestamento — exatamente o eixo central do projeto Interunion.
📎 Fonte: Portal Único – “Nobel de Economia diz que o mundo deve pagar para restaurar e preservar a Amazônia”
🏛️ Apoio e tramitação oficial
O projeto recebeu apoio institucional da SEDECT-AM, que reconhece sua relevância científica e ambiental. A secretaria estuda mecanismos de integração do Interunion Scientific Embassy às políticas públicas de inovação, ciência e bioeconomia do Estado do Amazonas.
👤 Sobre o autor
O Dr. Ednaldo de Marcomini é profissional com formação em Educação Física e Odontologia, atuando há anos como pesquisador autodidata em sustentabilidade e meio ambiente.
Participou de seminários e workshops nacionais e internacionais voltados à bioeconomia e inovação sustentável, consolidando uma trajetória voltada à integração entre ciência, educação e desenvolvimento social.
É o idealizador e proprietário da área onde será implantado o Interunion Scientific Embassy, e lidera a articulação com universidades e governos estrangeiros para consolidar a primeira cidade científica sustentável da Amazônia.
Contato oficial do projeto:
Mais informações sobre o projeto podem ser obtidas por meio do e-mail isep.amz@gmail.com.
🔖 Palavras-chave / Tags
Amazônia, COP30, sustentabilidade, Interunion Scientific Embassy, Dr. Ednaldo de Marcomini, bioeconomia, ODS, inovação científica, Lars Peter Hansen, Prêmio Nobel, reflorestamento, SEDECT-AM, turismo científico, desenvolvimento sustentável, ONU, preservação ambiental, financiamento climático, ciência amazônica, New York Times Climate Desk, BBC Earth, global cooperation.



