A mega-operação no Rio de Janeiro (com dezenas de mortos e presos) reacende uma série de controvérsias: por que Polícia Federal/forças federais não participaram? Políticos e influenciadores da direita acusam Luiz Inácio Lula da Silva, o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados de estarem coniventes ou até financiados por redes criminosas (com suspeitas envolvendo o regime de Nicolás Maduro). Ao mesmo tempo, há relatos de vazamento de inteligência e fuga de criminosos durante a operação — e ainda surgem indícios de que os EUA possam ter mantido cooperação de inteligência com o Brasil. A matéria compila fatos, hipóteses e acusações públicas para que o leitor responda: acredita que Lula, o PT e seus apoiadores estão mancomunados/reféns do crime organizado ou isto é uma tática de polarização política?

Por que forças de segurança federal não participaram da ação nas comunidades do Rio de Janeiro?

A mega operação no Rio de Janeiro — que deixou dezenas de mortos e prendeu muitos integrantes do Comando Vermelho — reacende a pergunta: por que as forças de segurança federais não participaram diretamente? Políticos de oposição afirmam que o governo federal, por meio do PT, tem ligações com facções criminosas; há vídeos de fugitivos, relatos de vazamentos de inteligência; e, no pano de fundo, treinos conjuntos recentes entre o Brasil e os EUA — que alimentam uma hipótese: houve cooperação de inteligência externa ou “apoio encoberto” das forças norte-americanas? Como sempre, a distinção entre provado e especulado está abaixo.


1) A operação e o problema do vazamento / fugas

  • Veículos de imprensa registraram vídeos de criminosos fugindo de morros e favelas durante a operação no Rio. Relatos indicam que alguns percorreram trilhas de mata, o que levanta suspeita de que anteciparam a ação.
  • Alguns relatos afirmam que houve vazamento de cronograma ou alvo da operação, o que teria permitido aos criminosos se prepararem ou escaparem. Vale destacar: ainda não há confirmação pública de quem vazou ou se houve conluio.
  • Importante frisar: não há, até o momento, prova pública conclusiva de cooperação direta entre Estado e facção para fuga, mas a evidência de vulnerabilidade operacional está documentada.
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2) Visitas de autoridades a favelas — o caso Flávio Dino (ex-ministro) como exemplo

  • O então ministro da Justiça, Flávio Dino, participou de visita ao Complexo da Maré, área controlada por facção. Críticos alegam que entrar em área dominada por tráfico “sem autorização” do comando local seria improvável — o que gera a suspeita de convívio ou tolerância.
  • O governo divulgou nota defendendo que a visita foi legítima e não teve encontro com traficantes — há versões conflitantes.
  • Esse tipo de episódio costuma ser usado por adversários políticos para levantar a hipótese de pactos informais entre poder público e crime.
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3) Treinamentos e presença militar americana no Brasil — hipótese de apoio de inteligência

  • É fato que os militares dos EUA e do Brasil realizaram exercícios conjuntos recentes, como o Southern Vanguard 24, onde tropas americanas treinaram com o Exército brasileiro no norte do país.
  • Também existe registro de que o Brasil aprovou a entrada de quase 300 militares dos EUA para exercício em 2023.
  • Hipótese: Dado esse grau de cooperação militar, críticos se perguntam se, na operação no Rio, houve participação ou apoio de inteligência estrangeira (EUA) ou se os federais foram intencionalmente excluídos para esconder essa cooperação. Não existe, até agora, prova pública de que tal inteligência americana tenha sido usada ou que haja base de atuação aberta de tropas dos EUA em favelas do RJ. Essa parte permanece no campo da especulação — e deve ser apresentada como tal, com clareza.
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4) Acusações públicas de parlamentares e influenciadores de direita/extrema-direita

  • Parlamentares como Bia Kicis e Carla Zambelli afirmaram, em entrevistas públicas, que o PT teria ligações com narcotráfico ou que indícios de financiamento por Venezuela/Cartéis existiriam. O PT, por sua vez, moveu ações judiciais por difamação em alguns desses casos.
  • Personalidades da direita usam essas acusações para sustentar a narrativa de que o PT seria “protetor” ou “conivente” com o crime organizado.

5) A acusação de “Frank (ex-PCC)” e Alexandre de Moraes

  • Em redes sociais circulam vídeos atribuídos a um ex-integrante do Primeiro Comando da Capital chamado “Frank”, que afirmam que o ministro Alexandre de Moraes “é a mãe do PCC” ou tem ligação com facções.
  • Essas são alegações sem verificação independente amplamente divulgada, e casos similares já resultaram em processos por difamação. Portanto, devem ser tratadas como “alegações não comprovadas”.

6) A questão central para o leitor

Você, leitor, acredita que:

  1. Luiz Inácio Lula da Silva, o PT e seus apoiadores estão mancomunados ou reféns do crime organizado?
  2. Ou essas acusações fazem parte de uma tática de polarização (uma “tática bolsonarista”) para gerar confusão, divisão política e desgaste institucional?

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7) “Dividir para conquistar” e o preço para a nação

O que significa “dividir para conquistar” (divide et impera)? — Estratégia política/militar que busca enfraquecer adversários fomentando divisão, desconfiança e conflito interno ao invés de enfrentamento direto.
Preço se a hipótese for verdadeira (se houver conluio real)?

  • Colapso da confiança pública nas instituições (polícia, justiça, governo)
  • Fragilidade no controle territorial e expansão de facções com apoio ou tolerância estatal
  • Crise institucional, possível impunidade em massa, deterioração da segurança pública
    Preço se for apenas uma tática de polarização?
  • Radicalização política, desinformação generalizada, perda de foco em políticas públicas reais de segurança
  • Erosão dos valores democráticos, aumento de violência simbólica e real, fragilidade da coesão social

8) Nota sobre responsabilidade jornalística e uso da especulação

  • A inclusão da hipótese de participação de inteligência americana ou cooperação EUA-Brasil é especulativa, não comprovada — deve ser identificada como tal.
  • O leitor deve entender que “especulação” não equivale a “prova”.
  • Recomenda-se destacar a diferenciação entre fatos confirmados e hipóteses/acusações ainda em investigação.
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Palavras-chave: Operação Contenção, Comando Vermelho, fuga de criminosos, vazamento de inteligência, treino EUA Brasil, forças federais ausentes, PT e crime organizado, Maduro, Bia Kicis, Carla Zambelli, Frank ex-PCC, Alexandre de Moraes, dividir para conquistar

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